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Música sem Filtro

Música sem filtro sem estilos sem censura, sem cor ou credo, a verdadeira anarquia musical do meu cérebro.

Música sem Filtro

Música sem filtro sem estilos sem censura, sem cor ou credo, a verdadeira anarquia musical do meu cérebro.

The Number of the Beast

Março 22, 2018

Pinheirinho

Iron Maiden The Number of the Beast.jpg

 

Faz hoje 36 anos, aquele que é um marco na carreira da maior banda de Metal de todos os tempos,

Os Iron Maiden tinham lançado dois álbuns anteriores, Iron Maiden e Killers, dois grandes álbuns mas que apesar das fantásticas musicas que continham, eram mais Punk Rock, e com a saída do grande Paul Dianno entra um jovem que havia gravado com outra banda inglesa os Samson, na altura assinada como Bruce Bruce, mas com a entrada em 81 para os Iron Maiden passa a assinar como Bruce Dickinson ou Air Raid Dickinson.

Aqui faz a sua estreia, mais propriamente a 22 Março de 1982.

1 - Invaders

2 - Children of the Damned

3 - The Prisoner 

4 - 22 Acacia Avenue

5 - The Number of the Beast

6 - Run to the Hills

7 - Gangland

8 - Hallowed be thy Name

Fiquem com aquela que para mim é uma das melhores musicas de sempre, eu sei sou assim, tenho gostos estranhos.

Children of The Damned

 

Manowar - Battle Hymns

Março 20, 2018

Pinheirinho

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Em 1982 era editado o primeiro álbum de uma da maiores bandas de metal americanas.

Os Manowar são acima de tudo uma instituição, os impulsionadores de uma nova vaga de bandas e artistas com o seu Power a que se passou a dar o nome de True Metal, inspirando muitas bandas a seguir esse mesmo estilo, principalmente na Europa.

São também uma das bandas mais odiadas no universo metálico mas isso são outras histórias e muitas se baseiam mais na inveja do que no talento até porque muitos dos que mais odeiam a banda foram fãs no inicio.

Em 1982, mais propriamente a 07 de Junho era lançado este fantástico álbum e o primeiro de muitos.

 - Death Tone

 - Metal Daze

 - Fast Taker

 - Shell Shock

 - Manowar

 - Dark Avenger

 - William's Tale

 - Battle Hymn

 

Battle Hymn

 A sua temática "Sword and Sorcery" do inicio foi crescendo e como foi dito anteriormente foi criando uma base de fãs e seguidores, (ainda hoje continuam a ter clubes de fãs por todo o mundo sendo que em Portugal têm os Lusitanian Warriors), criando festivais próprios através da sua própria companhia discográfica a Magic Circle, que chegou a ter no seu auge algumas das melhores bandas de True Metal Europeias e não só, MetalForce (ex Majesty e agora de novo Majesty) Rhapsody of Fire (ex Rhapsody e agora de novo Rhapsody) Luca Turilli, Jack Starr's Burnning Starr, Feinstein, David Shankle Group e os Hollyhell.

Fiquem com esta amostra que é apenas uma das muitas grande musicas criadas por estes senhores do Metal, ou como os fãs is intitulam os Deuses do Metal!

Vencedores e Vencidos

Fevereiro 27, 2018

Pinheirinho

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É o maior clássico da TV Portuguesa, teve os seus altos e baixos, anos de muita expectativa e anos de expectativa nenhuma.

Sigo desde que me lembro, desde bem miúdo colado em frente à televisão a ouvir o desfile de musicas de interpretes, alguns conhecidos, outros em busca da fama e fortuna.

Mas façamos contas sérias, de todas as musicas a concurso quantas se tornaram eternas?

Assim de cabeça e mais pelos cantores que se tornaram eternos, A festa da vida de Carlos Mendes, E Depois do Adeus de Paulo de Carvalho, Sol de Inverno da Simone de Oliveira, Oração de António Calvário, Ele e Ela de Madalena Iglésias, O Vento Mudou de Eduardo Nascimento, Desfolhada da Simone de Oliveira, Menina do alto da Serra da Tonicha, Tourada de Fernando Tordo, Estrela da Tarde de Carlos do Carmo, Balada para dona Inês de José Cid, Playback de Carlos Paião, Conquistador dos Da Vinci.

Eu digo de ou da mas na verdade quase todos eles foram apenas os interpretes, os compositores e os letristas esses sim verdadeiros clássicos,

Ary dos Santos, Nuno Nazareth Fernandes, José Niza, José Luís Tinoco, Tozé Brito, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e tantos outros, mas esses aos poucos foram sendo ultrapassados e a musica portuguesa foi levando pontapés.

Das mais recentes muito pouca coisa sobreviveu ao passar dos anos, Lusitana Paixão da Dulce Pontes, Chamar a Musica da Sara Tavares, ou O meu Coração não tem Cor da Lúcia Moniz nada mais.

O Festival morria aos poucos e o ano passado lançaram o desafio às novas gerações, fazer uma musica para o festival, e não é que ganhamos aquilo?

Amar pelos dois de Luísa Sobral e brilhantemente interpretado pelo irmão Salvador, de nome e não só, pois foi ele mesmo a salvação da RTP e de um programa que andava a ser pontapeado por todos, mesmo pelos músicos portugueses que viam no que anteriormente havia sido um palco privilegiado era agora algo em que ninguém se queria meter.

A Verdade é que a magia dos irmãos sobral trouxe até nós o festival da canção a Eurovisão será aqui mesmo, em Lisboa para o Mundo e nós, repetimos a formula, convidámos músicos de todos os estilos e ondas (excepto o Metal e o Rock, pois não se viu nada dessas variantes) e apresentaram 26 canções divididas por 2 meias finais e a RTP decidiu cometer uma série de trapalhadas.

- No Primeiro programa o erro da contagem dos votos e os empates com 7 pontos, uma apurada que se "desapura" em função de uma segunda empatada com 7 em que a única vantagem foi ter sido mais votada pelos jurados, fora da final ficam outras duas musicas com 7 pontos, uma com 7 do publico, outra com 6.

                     - A meu ver ou passavam as 4 empatadas com 7 ou não passava nenhuma.

- Na segunda meia final temos a vencedora do juri e do publico a ser uma musica totalmente tony carreira, ou seja, copiada de outra.

                    - E agora RTP que decisão tomar? desclassificar a musica preferida em nome das regras, ou assumir que vamos para a Eurovisão com uma plágio descarado?

Não tenho nada contra o jovem Piçarra, até porque tem o mesmo nome de um cantor que ouço regularmente, principalmente em dias de jogo do Benfica, mas, rapaz, essa saiu bem ao lado, é que não existe diferença nenhuma entre o Original e a tua musica a não ser a letra, porque essa é sobre os árbitros portugueses, só dessa forma se explica a parte da letra que diz:  Tu olhas para tudo E não vês nada, enquanto que a da iurd é sobre Deus.

 

Diogo Piçarra

"Canção do fim"

De costas para o mar
A tua miragem
Não há amor que dure
E tristeza que passe
Tu olhas para tudo
E não vês nada
Só o teu futuro
Na ponta da arma
Podem fazer muros
Mas não tapam a alma
Tu olhas para tudo
E não vês nada

Eu sou nada
Mas eu consigo tudo
E mesmo no escuro
Irei sempre as claras

Tu olhas para tudo
E não vês nada

 

 

PS: e que porcaria foi aquela do clone do Salvador a comer bananas?

já não basta o gajo ter o nome de um mês do ano, ainda por cima frio e chuvoso e ainda se põe a dar entrevistas de boca cheia?

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PS2 o meu favorito conseguiu apurar-se, eu sei que não é a melhor musica do mundo, mas pelo menos foi a mais audivel!

Força Peter Serrado

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Falconer

Fevereiro 15, 2018

Pinheirinho

 

È das novas bandas de Power Metal uma das minhas favoritas,

os seus 2 primeiros álbuns estão entre o melhor da nova vaga de Power Metal Europeu, Falconer de 2000 e Chapters from a Vale Forlorn de 2002.

Nas vozes um senhor que nada tinha a ver com metal, Mathias Blad vinha do Teatro, e foi com o Mentor e principal compositor o guitarrista Stefan Weinerhall que gravaram estes dois grandes álbuns.

A mudança de Vocalista mostrou também que apesar de continuarem a fazer grandes musicas, faltava a alma, e é por isso que decidem fazer voltar Mathias Blad à banda e com ele voltam novamente aos grandes álbuns, Northwind de de 2006 e  Among Beggars and Thieves 2008,

Para quem não conhece, ouçam estas obras primas, pois se no inicio da década de 80 o Power Metal alemão deu cartas, os anos 2000 e finais da década de 90 foram pródigos em bandas de Power Metal, Hammerfall, Sabaton, Tyr (Islândia), e tantas outras que ficam para próximos posts. 

Falconer_-_Falconer.jpg

 

Falconer 2000

  1. Upon the Grave of Guilt – 4:57
  2. Heresy in Disguise – 5:19
  3. Wings of Serenity – 5:00
  4. A Quest for the Crown – 4:14
  5. Mindtraveller – 5:45
  6. Entering Eternity – 5:14
  7. Royal Galley – 4:16
  8. Substitutional World – 7:42
  9. Lord of the Blacksmiths – 4:43
  10. The Past Still Lives On – 4:34
  11. Per Tyrssons Döttrar i Vänge - 4:51 (Bonus track)

 

Chapterfromavaleforlorn.jpg

 

Chapters from a Vale Forlorn de 2002

  1. "Decadence of Dignity" – 4:22
  2. "Enter the Glade" – 3:48
  3. "Lament of a Minstrel" – 4:13
  4. "For Life and Liberty" – 6:23
  5. "We Sold Our Homesteads" (Traditional) – 4:11
  6. "The Clarion Call" – 5:47
  7. "Portals of Light" – 4:07
  8. "Stand in Veneration" – 3:34
  9. "Busted to the Floor" – 4:16

 

Free Bird

Fevereiro 09, 2018

Pinheirinho

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A América é um país gigantesco, são mais de 250 milhões de habitantes, divididos por 52 estados maiores que muitos paises europeus, são talvez dos países mais proliferos em termos musicais e estilos.

Olhando para as Bandas e músicos que gosto a sua maioria são europeus, numa balança entre musica feita na Europa ou nos estados unidos da América, o lado europeu pesa um pouco mais, mas essa enorme extensão de território tem verdadeiros visionários musicais e criaram algumas das melhores melodias de sempre.

Se no post anterior falei de scorpions, banda alemã, hoje atravesso o atlântico e para em Jacksonville Florida, terra dos míticos Lynyrd Skynyrd (Lê-se Leh Nerd, Skni Nerd) hehehe

Free Bird é a ultima Faixa do primeiro álbum e álbum homónimo - Lynyrd Skynyrd. (para os totos que só ouviam o lado A dos álbuns, o Lado B tinha sempre o melhor da banda)

Tem dos melhores solos de guitarra de sempre e é daquelas musicas (assim como tantas outras que espero ter tempo de mostrar aqui, que parecem que não existem para a industria radiofónica, tal o desprezo que lhes dão)

Repetindo sistematicamente as mesmas 50 musicas e ignorando aquilo a que podemos chamar, uma das melhores musicas de sempre,

Se decidirem fazer uma lista das 100 mais, estará em mais de 90% das listas, para quem não conhece, nem sabem o que perdem,

Sras e Srs, Free Bird - Lynyrd Skynyrd!

 

 

Scorpions - In Trance

Fevereiro 07, 2018

Pinheirinho

 É uma das razões pela qual gosto de Scorpions, 

A primeira vez que a ouvi foi meio ao calhas numa qualquer estação de rádio que ainda se preocupava em lançar boa musica para o éter.

Têm-me acompanhado toda a vida e foi, e é, a banda sonora das minhas ressacas.

 wake up in the morning
And the sun begins to shine
The day did sneak up on the night
I see your face and I see myself
And I get a little taste of life
I try to stand it for a while
 
But I'm in a trance
Hey baby, tell me, can't you hear me calling?
I'm in a trance
 
I take too much in the Saturday night 
Hey, hey

Hey baby, tell, me can't you hear me calling?
I'm in a trance

I want to try to stop this life
 
I feel so sad I'm feeling down
On the radio the music plays
I'm in love with her and I feel fine 
I close my eyes, I think today is getting better with a sip of wine
And I can stand it for a while
When I'm in a trance

Hey baby tell me can't you hear me calling
I'm in a trance

 

Anos depois ouvia quase em repetição esta musica seguida da "Life's Like a River"

Sempre numa conjugação e numa passagem perfeita de uma para outra musica.

In_Trance.jpg

 

Warrel Dane, Nevermore!

Dezembro 13, 2017

Pinheirinho

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São estas noticias que nos deixam tristes, abatidos e a achar que o mundo não faz muito sentido, Warrel Dane tinha 56 anos de idade e era uma das melhores vozes do metal, deixa-nos hoje ainda na flor da juventude, ficando apenas o seu legado.

Conheci-o através da sua musica num álbum de nome Dead Heart in a Dead World o seu 4º álbum de originais, para mim é um dos melhores álbuns já feitos, e esse agarrou-me logo à primeira musica, Narcosynthesis, depois é um destilar de peso onde até uma versão do Sound of Silence é um verdadeiro soco sonoro.

Warrel Dane, Nevermore!

 

Só vos digo uma coisa, os grandes estão a ir todos para o outro lado da cortina e aquilo deve ser a desbunda total!

Que descanse em paz!

 

 

John Lennon

Dezembro 08, 2017

Pinheirinho

Hoje passaram 37 anos desde o seu assassinato, um ícone da música um homem que escreveu grande parte da história da música, tanto nos Beatles como a solo. 

Fazhoje 37 anos que um fã o assassinou à porta de casa em nova york.

Na história da música apesar de muitas coisas boas que escreveu e compôs, a música imagine, é a música que logo nos vem à cabeça quando ouvimos alguém dizer o nome de John Lennon. 

Covers que valem a pena

Dezembro 07, 2017

Pinheirinho

Hoje uma homenagem às covers, uma nova roupagem a uma já de si, grande musica, que após nova roupagem passa a eterna, uma pequena lista para conhecerem, ouvirem e que nos dizem, que a musica quando é feita com paixão, quebra barreiras.

 

The Sound of Silence (simon & Garfankle)

Não sei ao certo quantas versões foram feitas desta musica, mas há duas que sempre gostei, uma mais recente, outra mais antiga:

Primeiro a dos Nevermore, uma versão bem pesada, onde se nota muito pouco do original, um hino ao que deve ser uma cover.

 

Os Disturbed pegam na mesma musica e entram numa onda mais sombria e negra, dando-lhe uma nova vida, transportando quem gosta de boa musica para outras sonoridades e esta cover está genial.

 

Message in a bottle (Police)

Esta versão apareceu no álbum dos Machine Head de nome Burnning Red, muitos anos após o grande álbum Burn My Eyes, voltam a fazer um grande álbum (deve ser da palavra "Burn")  e onde decidem colocar esta versão, que diga-se de passagem, está muito boa.

 

 

Iron Maiden 

Aqui apesar de só colocar uma musica, quero chamar a atenção para esta banda de tributo aos grandes Iron Maiden, não, não é as Iron Maidens apesar de até o poderem ser, são sim um projecto de nome Maiden UniteD, a forma como alteraram toda uma construção musical, levando-nos para sonoridades mais jazz, blues, folk. descubram esta banda e não se vão arrepender.

Strange World

 

Infinite Dreams

 

Heroes (David Bowie)

Falecem quase na mesma altura, David Bowie e Lemmy Kilmister, mas os Motorhead ainda foram a tempo de uma última homenagem, uma versão sem defeitos, sem medos, e um último adeus de uma das maiores lendas do Rock n' Roll, talvez mesmo, o verdadeiro significado de Rock N' Roll o Sr Lemmy Kilmister!

 

 

Hurt (Nine Inch Nails)

E claro, talvez uma das versões mais bem feitas de sempre, um Johnny Cash em final de vida, ainda vai a tempo de pegar nesta grande musica já no fundo do nosso esquecimento e traze-la novamente à vida, um adeus dito na forma do que melhor sabia fazer, musica! Obrigado Johnny por este grande momento.

 

 

O Prog Rock Nacional

Dezembro 06, 2017

Pinheirinho

Em 200 saia uma obra prima para o mercado, esta é das primeiras compras que fiz online, e ainda hoje sei que fiz a correcta decisão, uma mistura fantástica entre estilos do progressivo, tendo os Marillion como inspiração, tenho pena das gravações que encontro sejam ao vivo e não tenham a magia (nem a voz fantástica de um jovem de nome Tiago Lynx)

 

Falo claro está dos fantásticos Forgotten Sons e do seu álbum de estreia Fiction Edge 1 (ascent)

A banda na altura era composta por:

Miguel Valadares - Teclas

Jonny - Baixo

Nuno Sénica - Bateria

Tiago Lynx - Voz

Ricardo Falcão - Guitarras

 

E esta é uma obra prima para quem não conhece, um hino à boa musica.

 

TrackArtistTitleComposer 
01Forgotten SunsBig BangLinx 
02Forgotten SunsCreation PointLinx, Hugo Vasconcelos 
03Forgotten SunsRisingLinx 
04Forgotten SunsNatureLinx 
05Forgotten SunsChildLinx 
06Forgotten SunsThe WarningLinx 
07Forgotten SunsWartimeLinx 
08Forgotten SunsA JourneyLinx 
09Forgotten SunsArrivalLinx 
10Forgotten SunsRoutineLinx, Ricardo Falcao 
11Forgotten SunsBetrayed Part IILinx 

 

 

55865.jpg

 

A banda manteve-se quase toda até ao fantástico Snooze de 2004,

Este também um fantástico álbum e que me dá mim a conhecer um fantástico baterista de nome J C Samora.

 

Fiquem com um dos poucos vídeos que encontro no youtube de uma musica fantástica de nome, Betrayed Pt 2

Apesar de como disse antes, A voz de Lynx está para esta musica como a luva está para a mão, perfeita.

 

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